A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 27/11/2020
“Aqueles que estão pedindo mais interferência do governo estão pedindo, em última instância, mais coerção e menos liberdade”. Por meio deste trecho do economista Ludwig von Mises, vê-se que a intervenção estatal que teoricamente era para ajudar o trabalhador, acaba por apenas em cortar sua liberdade. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
Primeiramente, é fulcral ressaltar que o esses trabalhos como por exemplo; Uber, motoboy do Ifood e etc… são todos facultativos, logo, não haveria sentido uma ajuda do governo, visto que tal ação poderia até afastar algumas inovações do Brasil, ou até mesmo expulsar algumas redes desses trabalhos, o que acarretaria em um desemprego em massa.
Destaca-se, ademais, que de acordo com uma estatística obtida pelo IBGE, apenas 17% dos trabalhadores que estão nessa condição de emprego, tem isso como sua principal fonte de renda, ou seja, na maioria dos casos esses empregos sequer são a principal fonte de renda, geralmente são apenas uma mera renda extra.
Infere-se assim, que essa para essa problemática ser resolvida, a mídia deveria, por meio de propagandas ou campanhas na televisão e internet, espalhar informações como essa, para que no mínimo, conscientize a população, e talvez no futuro, isso possa ser decidido por meio de um plebiscito.