A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 09/12/2020

A precarização das atividades profissionais contemporâneas

Durante a primeira e segunda revolução industrial, diversos movimentos por direitos trabalhistas nasceram. Os requisitos envolviam melhores salários, menores jornadas de trabalho e benefícios como seguro de vida e de saúde. Analogamente, nos dias atuais, o termo “Uberização” se desenvolveu, representando novas ocupações profissionais, principalmente serviços prestados através de aplicativos e internet, que tem como característica o não fornecimento de diversos direitos e benefícios fundamentais ao trabalhador. Tal fato tem causado protestos e greves da determinada classe. Tudo isso têm como causa a não regulamentação dessas atividades, catalisada pelo alto índice de desemprego instalado no país.

Com o desenvolvimento da tecnologia no século XXI, diversos caminhos foram tomados pela população para se adquirir algum tipo de renda extra. Com isso, novas profissões sem qualquer regulamentação foram criadas, deixando os cidadãos a mercê das vontades dos empregadores.

Em conjunto, uma grande crise econômica, a qual causou a demissão de diversos colaboradores dos seus empregos convencionais, se instalou no país. Com isso, sem opções, os trabalhadores aderiram expressivamente a essas atividades. As quais não fornecem nenhuma garantia ou apoio a médio ou longo prazo.

Por fim, o Governo federal deve, através da secretaria do trabalho, regulamentar tais atividades, fazendo com que os empregados tenham jornadas fixas, seguros de vida, de saúde e todos os benefícios necessários para que possam desempenhar suas profissões sem abusos ou inseguranças.