A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 07/12/2020

Com o grande avanço da tecnologia, tornou-se mais fácil a criação de novos negócios, que podem ser feitas através do próprio celular, o que gera maior liberdade de produção pelo indivíduo. Tais negócios visam possuir menos intermediários entre o produto e o comprador, o que fornece uma redução de preço no produto final e, por consequência, vende mais, o que incentiva cada vez mais essas pessoas a continuar.

Em virtude do crescimento tecnológico, que ao longo dos anos vem substituindo o homem por máquinas para fazerem trabalhos repetitivos, produziu não só alto desemprego, mas também ajudou as pessoas a poderem divulgar seus trabalhos como, por exemplo, artesanatos que, através das redes sociais, podem ser conhecidos e vendidos. Assim como dizia Steve Jobs " a tecnologia move o mundo", a tecnologia tirou o emprego das pessoas em fábricas como operárias, porém fez com que o ser humano encontrasse uma nova forma de emprego. Logo, essa forma de trabalho concebe maior flexibilidade, já que o trabalhador faz seus próprios horários e é seu próprio chefe, e é uma alternativa para o desemprego.

Além disso, a diminuição do desemprego promove a melhora da economia do país, o que possibilita a geração de renda e a ascensão tanto do país quanto da sua população. No entanto, tais trabalhadores necessitam saber administrar suas finanças para não terem prejuízos, uma vez que o emprego não possui um salário fixo, pois depende da demanda.

Portanto, a mídia, por ser um meio de comunicação que chega a maioria das pessoas, deveria criar e divulgar propagandas que incentivem a maior liberdade dos profissionais à produzir. O governo pode ceder recursos financeiros à esses meios que, por meio de campanhas publicitárias, mostrem as vantagens de ter um emprego dessa maneira.