A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 07/12/2020

A uberização do trabalho na era tecnológica vem sendo cada vez mais comum em todo tipo de serviços prestados a empresas ou até mesmo há uma pessoa. Essa gíria surgiu com o aplicativo Uber, que empregou muitos trabalhadores que estavam desempregados. Além disso, eles não assinam a carteira do motorista e ele exerce sua profissão por conta própria, e isso ocorreu em diversos trabalhos como secretárias, muitas ganham por tarefas compridas e assim como em outras muitas profissões em que o trabalhador não se tem emprego fixo.

Em primeira analise, cabe-se ressaltar que os trabalhadores com essa uberização perde inúmeros direitos, como o maior exemplo disso na própria Uber o Supremo Tribunal Federal (STF) decretou que motoristas não têm vínculo de trabalho com a empresa que esta prestando serviço. Diante disso reafirma a informalidade do trabalho no século XXI tornando o Brasil no caso com uma precarização muito grande pelos trabalhadores perderem inúmeros direitos que demoraram anos para consegui-los.

Além disso, Ludmila Costhek doutora em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas –Unicamp diz que ’’ a uberização deixa muito evidente uma relação facilmente obscurecida, entre desenvolvimento tecnológico e precarização do trabalho ‘’. Diante esse cenário medidas devem ser tomada para que os trabalhadores consigam exercer seu cargo com mais confiança e segurança.

Visto isso, é necessário tomar medidas para melhoras as condições de trabalho. Para isso, ONGS por meio de manifestações devem pressionar o governo para promover cursos gratuitos de educação financeira e de especialização em diversas áreas predispostas em nossa sociedade, para que assim esses novos trabalhadores saibam como investir e gerenciar seu próprio negócio, e essas pessoas que optassem por trabalhar formalmente.