A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 07/12/2020

“Uberização” é um modelo de negócio que ajudar as pessoas a se conectarem. Atualmente esse modelo tem ganhado cada vez mais visibilidade e temos muitos exemplos nos dias de hoje, como o aplicativo Uber, Ifood entre outros. Esse modelo é como uma faca de dois gumes, pois tem um lado bom onde o prestador de serviço é seu próprio chefe e o lado negativo que por não ter a carteira assinada não é protegido pela lei.

Em primeira análise, com a “uberização” os prestadores de serviços viraram seus próprios chefes. De acordo com os termos da imprensa Ifood o trabalhador é um profissional independente, assim podendo decidir quantos dias vão trabalhar na semana e qual o horário que irão trabalhar. Isso é um ponto positivo, pois dá uma grande flexibilidade ao indivíduo.

Em segunda análise, de acordo com a constituição brasileira somente aquele que tem um vínculo empregatício está protegido pelas leis do trabalho. Dessa forma o ponto negativo da “uberização” aparece, pois o prestador de serviço não tem a proteção das leis trabalhistas. Dessa maneira pode se observar a precarização desse modelo.

Desse modo, fica evidente que a “uberização”tem pontos positivos, mas também tem pontos negativos e que precisam ser combatidos. Por issso, o poder legislativo, responsável por elaborar normas, deve regulamentar esse modelo de negócio, por meio de uma lei, afim de trazer uma maior segurança a esses prestadores de serviço. Dessa forma, os problemas relacionados a essa questão no Brasil serão amenizadas.