A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 11/12/2020
A nova forma de trabalho é uma utopia da liberdade. Em meio a uma crise mundial, “surge”, uma revolucionaria forma de emprego no qual a mão de obra é flexibilizada de tal maneira que qualquer pessoa pode se tornar dona do seu “próprio umbigo”, ou seja, tornar-se chefe de si mesma. E em consequência dessa autonomia, vem um entrave: precarização de normas inexistente. Primeiramente, a nova forma de ofício é uma das consequências da crise mundial, vivenciada pelos países desenvolvidos e subdesenvolvidos. Com esta crise veio a chamada flexibilização do trabalho, ou como é mais conhecida como a “uberização” do serviço. Essa nova “labuta” é evidente em países subdesenvolvidos, pois os mesmos, foram os mais afetados pela crise e como resultado disso não há normas para essa elasticidade.
Por conseguinte, a falta de leís para essa nova “empreitada” trás consigo especulações sobre até aonde essa nova forma de serviço prestado é benéfico para o empregado.Pois, o mesmo não tem direito a férias, a décimo terceiro e a seguro se caso algo ocorra.Então, essa falsa liberdade que esse novo jeito de se empregar trouxe é só mais uma utopia dos empregadores.
No entanto, como aludia o músico e compositor, Gonzaguinha, “um homem sem trabalho não tem honra e sem a sua honra se morre e se mata”. Como é citado na música, uma pessoa sem um ofício perde a perspectiva da vida, acarretando a trabalhar com qualquer emprego que se aparece. Sendo necessário uma interversão do governo para as necessidades do cidadão. Assim sendo, essencial que o governo crie cursos para profissionalização do cidadão e também que junto com a iniciativa privada coloque o profissional para exercer uma atividade remunerada com seus devidos direitos.