A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 24/12/2020
Se tornou aparentemente óbvio que nossa tecnologia excedeu nossa humanidade, disse Albert Einstein. No mundo atual, é necessário acompanhar o mercado para não ficar para trás, esse mesmo que deixa a saúde mental e física de lado. Um dos maiores embates acerca disso é a falta de direitos trabalhistas em algumas áreas e a qualificação exigida por algumas empresas.
No mês de julho do ano de 2020 milhões de entregadores no Brasil inteiro, realizaram uma greve em busca de melhores condições de trabalho aqueles que trabalham para aplicativos de comida como ifood, rappi e afins. Esses que na verdade vivem como uma espécie de “trabalho independente”, já que o meio de transporte é deles, então todos os gastos com ele saem de seu bolso, o que leva eles a não usufruírem de seus direitos totalmente. É importante também destacar que o uso da internet em junção ao trabalho se elevou muito nessa época de pandemia, e foi um dos mercados que mais cresceram neste ano, empresas como amazon, submarino e americanas foram uma das que mais lucraram no ano.
Hoje, o mercado de trabalho é uma corrida que cada vez corre mais rapido, aqueles que perdem, são aos quais não se aprimoraram a esse mercado, pois de anos em anos ele se renova, e dessa vez, ele vem em conjunto a internet, sua atual fonte. Em um mercado comum, aqueles que não são qualificados, vão ficando para trás, no meio tecnológico, também não é diferente. É importante também ser uma pessoa estudada, não só sobre assuntos didáticos mas também sobre as notícias atuais.
Com todos os argumentos vistos acima, é mais que necessário que a população tenha conhecimento sobre mercado de trabalho, educação financeira, economia, especialização em determinadas áreas e afins, por meio de cursos promovidos pelo governo do país junto a órgãos públicos voltados a esse meio, para que assim haja mais profissionais qualificados.