A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 27/12/2020

De acordo com o filósofo Adam Smith, o mercado precisa ser liberal e independente para evoluir. No entanto, observa-se que em alguns países a política estadista limita o crescimento do mercado, uma vez que restringe a circulação de capital e o aumento da qualidade de vida da população. Logo, oferecer liberdade econômica aos cidadãos é responsabilidade do estado e significa contribuir para a evolução da nação.

A príncipio, verifica-se que o governo deve garantir o bem-estar de seus habitantes. Todavia, países como o Brasil oferecem uma política que contrapõe esse príncipio, pois o estadismo característico desses territórios burocratiza a documentação necessária para a regulação da iniciativa privada, o que dificulta a evolução financeira de grande parcela das pessoas. Em suma, o estado restringe a liberdade de e a qualidade de vida de seu povo.

Além do que foi citado anteriormente, vale ressaltar o quanto os serviços desregulados sao benéficos para a população. Nesse viés, deve-se observar que os valores de transporte da uber são muito mais acessíveis que os de táxi, o que demonstra, na prática, as vantagens em comparação à economia regulada. Dessa forma, o governo deve promover essas atividades para o bem-estar da própria população.

Ao analisar os pontos decorridos no texto, conclui-se, portanto, que o governo deve incentivar o livre mercado. Nesse contexto, o Ministério da Economia deve valorizar atividades liberais como a uber ao oferecer financiamentos a juros baixos para a manutenção e ampliação das mesmas, para que a nação prospere, possibilitando a ascensão financeira e o bem-estar de seus habitantes. Assim, presume-se uma maior valorização do liberalismo no futuro.