A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 04/01/2021
A chamada “GIG Economy” vem crescendo em todo o mundo. No brasil, esse processo esse processo também é conhecido como “Uberização”, que consiste na prática do trabalho autônomo, trabalhadores de plataformas on-line, porém em condições precárias.
Sob uma primeira análise, a escolha de trabalho para plataformas on-line como, uber e ifood, e uma ótima escolha, chega a ser até chamativa, pois quem regulariza a quantidade de horas de trabalho, os dias que irá trabalhar e em qual horário ira trabalhar é você. É uma proposta muito interessante, ainda mais para quem está sem emprego. Porém, esse estilo de trabalho não é “um mar de rosas”.
Por outro lado, vemos que na “uberização” a pontos negativos, pelo mesmo motivo de ela ser extremamente chamativa, em algum lugar a balança tem que pesar para o outro lado, e esse lugar são os direitos trabalhistas o qual nesse ramo se mantém inexistente. Os beneficios que esses trabalhadores deixam de receber são, por exemplo, horas extras, 13º salário, férias remuneradas, FGTS e todos os outros benéficios da CLT. Fazendo assim, com que esses trabalhadores fiquem em uma situação precária em relação a sua saúde mental, por nao ter nenhuma ajuda externa ou interna em relação ao seu local de trabalho.
Portanto, não somente deve-se realizar uma regularizaçao das condições de trabalho dos trabalhadores “uberizados”, mas tambem a criação de projetos de leis que regulamentem os serviços prestados por meio de plataformas digitais. Somente assim, os trabalhadores “uberizados” irão ganhar sua dignidade em meio a nossa sociedade