A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 09/01/2021
O século XVIII, sobretudo na Inglaterra,lidou com as mudanças na forma de trabalho, o que gerou o sindicato(órgão responsável por defender os interesses trabalhistas). Porém,hoje, na contemporaineidade, o movimento é retrógrado em relação àquela época, uma vez que os contratos feitos com os colaboradores de aplicativos são tão frágeis quanto os daquele momento. Sendo assim,se a “mão invisível " do liberalismo econômico vencer, acidentes de trabalho serão de toltal responsabilidade dos contratados, e isso é apenas um exemplo do que pode acontecer.
Em primeiro plano, nota-se que há uma disputa ideológica da intervenção ou não do Estado na economia. Dessa forma,não é preciso ir tão longe para pensar em como a auto-regulação econômica deu errado, vide a crise de 1929, nos EUA, que se estendeu para o resto do mundo. Indubitalvelmente, a política intervencionista de Fraklin Delano Roosvelt ( então presidente estadunidense à época) foi quem salvou a economia , com sua política keynasianista.
Em segundo plano,chega a ser arcaico que uma pessoa que contribui para a sociedade não tenha qualquer tipo de direito assegurado para desempenhar tal função. Em consequência disso, a pressão por que passam os colaboradores faz com que patologias sejam mais frenquentes entre os envolvidos nesse tipo de contrato, o que é noscivo ao estado de bem-estar social de uma nação.
Portanto, para que as pessoas tenham o mínimo de diginidade ao buscar o seu “pão de cada dia”, é necessário que o governo crie alternativas para suavizar esta situação. Assim, o conselho da ONU( Organização das Nações Unidas ) deve criar uma sessão a fim de debater medidas que visem impôr limites para que empresas não abusem do lado mais “fraco” ao elaborar os contratos de trabalho. Com isso, a sociedade voltará aos moldes do desenvolvimento aque estava submetida.