A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 12/01/2021

A uberização do trabalho é uma questão muito polêmica por dividir várias opiniões. Uns defendem por se tratar da liberdade do trabalhador, no entando, há quem diga que é um trabalho inconsistente, precário. Por isso, é necessário avaliar todos os pontos para se chegar a uma conclusão plausível sobre o tema.

Primeiramente, analisando de uma maneira geral, essa uberização não pode ser considerada precariedade do trabalho por alguns fatores. O fato de existir uma flexibilização de horários, não haver um curso obrigatório, sendo assim de mais fácil acesso a população.

Podem até questionar o salário, dizendo que e exploração. Contudo, tendo em vista que a renda média de um motorista de uber no Brasil, que se encaixa no padrão de uberização do trabalho, é de 1800 reais, esse argumento se torna inválido por este se tratar de um salário decente. O tipo de trabalho vem ser tornando cada vez mais comum entre a população por estar gerando empregos em meio a várias crises consecutivas pelas quais o país anda passando.

Em vista disso, podemos considerar que trabalhar por aplicativos, a famosa uberização do trabalho não pode ser considerada exploração. Tem um facíl acesso a população, tem grande demanda, gera renda de mais de um salário mínimo se consideradas as horas trabalhadas as mesmas de uma jornada padrão estabelecida pela lei. Com isso, temos que a uberização é a liberdade do trabalhador para trabalhar como quiser.