A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 05/02/2021
A Magna Carta brasileira garante os direitos à justiça, à assistência aos desamparados, à segurança e ao bem estar. No entanto, esses direitos são contestados, uma vez que, a uberização, fênonemo que deveria gerar mais empregos e abrir mais oportunidades no mercado de trabalho, não passa de um forma de exploração onde pequenas e grandes empresas abusam dos “parceiros contratados”, ao demandarem serviços e não darem nenhum tipo de assitência, tais como, plano de saúde e previdência social, para essa questão ser revertida é de extrema importância que o governo se mostre preparado para combater as injustiças trabalhistas presentes na sociedade brasileira, assim como a necessidade de regulamentação das leis que regem a federação são necessárias.
A príncipio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não promover aulas e criar campanhas em ambientes de ensino voltadas para a conscientização sobre as injustiças trabalhistas que ainda se fazem presentes no país e como elas devem ser combatidas. No meio da uberização, a falta de estabilidade, a precarização do trabalho e a perda de garantias trabalhistas da CLT são alguns dos vários malefícios presentes, visto isso, é dever do governo regimentar todas as formas de trabalho a fim de extinguir qualquer tipo de exploração, desigualdade e desrespeito no meio social.
Além disso, é de conhecimento público que a falta de regulamentação de leis trabalhistas na federação tem sido um empecilho para o desenvolvimento de oportunidades de empego seguras e acessiveís, se o governo não se mostrar interessado em fatores trabalhistas como a uberização, empresas e empreendedores se sentiram livres para lidar como os “parceiros contradados”, “motoboys” e entregadores da forma que bem entenderem. Portanto, a interferência estatal é indispensável para que a uberização passe a ser bem legislada e se torne uma opção de emprego estável e segura.
Em suma, com a falta de organização governamental para lidar com essa forma de trabalho e a falta de regulamentação de leis, urge que o Ministério da Propanda e o Ministério da Educação, organizem palestras semestrais, por meio de pequenos comerciais, para conscientizar a população sobre os perigos da uberização e como ela deve ser reformada para se tornar um forma viavél de trabalho, além de promover aulas nas instituições de ensino que explicarão como a estabilidade na área de trabalho é importante, com o efeito de criar cidadões mais informados e empáticos.