A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 22/04/2021

Após a queda do Muro de Berlim o avanço da tecnologia passa a ser mais iminente. Hodiernamente, o mundo se encontra na “Quarta Revolução Industrial”, sendo assim, a mobilidade, conectividade e inteligência artificial toma conta do cotidiano do meio social brasileiro. Diante dessas circunstâncias, a população se depara com a “uberização” do trabalho, que cresce exponencialmente entre a massa, o que traz mazelas tangente a precarização do trabalho e a falta de segurança.

Sobre o referido exposto, a crise do Coronavírus trouxe uma alta no desemprego, fazendo com que a nação canarinha busque outras fontes de renda, logo, opitaram pelos aplicativos de entrega que não garantem o mínimo de defesa ao trabalhador, como seguro desemprego ou horas extras. Em síntese, segundo o IBGE mais de 4 milhões de pessoas trabalham nesse âmbito sem vínculos trabalhistas, onde buscam flexibilidade mas encontram um trabalho precarizado.

Ademais, é imperativo ressaltar a desvalorização da mulher nesse campo, de acordo com a faculdade estadunidense de Stanford, as moças “uberizadas” ganham 7% a menos do que os homens, além de sofrerem preconceitos e assédios de seus clientes, como por exemplo, a motorista de São Paulo Suelen Cristina sofreu, quando seu passageiro mostrou o próprio pênis em seu carro. Desse modo, faz-se mister a intervenção do estado nessas circuntâncias.

Assim, medidas exequíveis são necessárias para o avanço dessa problemática advinda da Revolução Técnico-Científica. Dessarte, com o intuito de mitigá-la o Ministério da Justiça em conjunto dos aplicativos de encomenda como Ifood, Rappi e Uber devem melhorar a política de segurança, a tornando mais eficiente em casos ediondos para a tranquilização e maior incerção das mulheres nesse tipo de emprego. Em segunda intância, o Ministério da Justiça também deve trabalhar numa legislação trabalhista adaptada para essa modalidade de emprego, trazendo mais qualidade e tranquilidade aos trabalhadores. Por fim, o mercado crescerá de maneira justa em conjunto da tecnologia, mobilidade, conectividade e inteligência artificial.