A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 03/05/2021
As mídias, tanto televisivas quanto sociais, têm debatido um empecilho que vem afetando o país gradualmente: a “uberização” do trabalho na era tecnológica. No Brasil, cada vez mais essa situação desconfortante está se tornando presente na sociedade, e os fatores contribuintes para que esse impasse se torne algo crítico são a precarização e a tendência ao monopólio. É um imbróglio que persiste na sociedade e deve ser mitigado.
A príncipio, é evidente o descontrole da problemática no país. A precarização do trabalhador é um dos pontos forte desse problema. As empresas fazem uma propaganda de que o funcionário será seu próprio patrão, portanto, ocorre uma ampliação da jornada de trabalho sem a garantia de leis trabalhistas, precarizando a força de trabalho.
Ademais, a tendência a monopolização do mercado tem crescido cada vez mais. Empresas como a Uber, por exemplo, não tem seu algoritmo definido. Segundo o presidente da empresa, Trevis Kalanick, a companhia não define o preço, quem define é o mercado", isso pode ser mais favorável as organizações, o que pode ser mais díficil de intervir em práticas abusivas para com o empregado. Sendo assim, algo há de se fazer para passar esse obstáculo. Dessa forma, o governo deve, por meio de leis e seguros, garantir os direitos básicos dos trabalhadores, entrando em um acordo com as empresas para definir seu algoritimo, visando um melhor ambiente para o funcionário. Somente dessa forma o país irá minimizar esse revés.