A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 02/05/2021
No período da Idade Média, o mundo vivia sob uma constante opressão devido a existência de reis absolutistas que detinham toda a vontade política e econômica para si. Todavia ao analisar os parâmetros sociais, financeiros e políticos deve-se pontuar que, mesmo hoje encontra-se uma contínua opressão, mas presentemente vê-se que ela advém da classe social de maior poder aquisitivo através de sua grande influência.
Com primeira constatação, cabe pontuar que a “uberização”, forma de trabalho que dispensa intermediários, por sua vez cria a possibilidade de precarização dos serviços, isso ocorre em razão de não haver legislação em favor do trabalhador, da ausência de um salário fixo, perda de garantias trabalhistas da CLT e uma instabilidade, a totalidade desses pontos faz o empreendedor oprimido e desmotivado.
Paralelo a isso, é pertinente ressaltar que é uma alternativa em caso de desemprego, flexibilidade na escolha de horários e tarefas, possível aumento na renda e um tempo maior para dedicar a vida pessoal. O conjunto desses fatores pode garantir a liberdade financeira de quem for exercer tal função, o que possibilita uma melhora tanto para o trabalhador quanto para a economia do país.
Vê-se, portanto a necessidade de medidas esmaecentes no que diz respeito a um salário fixo, remuneração por hora extra, estabilidade e garantias trabalhistas que incluam esse ramo. Desse modo, cabe ao governo federal criar legislações que garantão a dignidade e integridade daquele que se submeter a realização de serviços para que esteja sendo preservado e motivado continuamente.