A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 29/04/2021
A uberização é de fato um problema pouco falado, porém, muito complexo. Se baseia em um processo de transformação do trabalho, pelo qual os trabalhadores fazem uso de bens privados — como um carro — para oferecer serviços por meio de uma plataforma digital. Entretendo esse estilo de emprego apresenta falhas sendo elas; a falta de garantia de certas leis trabalhista e o risco da atividade profissional.
Por causa das normas contratuais da empresa Uber os motoristas não tem seguro de carro, um plano de saúde ou algum tipo de alimentação, ou seja, os Ubres não tem direito trabalhista e trabalham sem nenhuma ajuda da empresa principal. Conforme o site jusbrasil para a multinacional americana, motoristas Uber não têm direitos trabalhistas. Trazendo assim uma preocupação muito grande acerca da manutenção da vida do prestador de serviço.
Os trabalhadores dessa empresa têm uma preocupação extra; a elevação da violência nas ruas, que é seu principal meio de convívio no emprego, sendo de diversos modos como a ocorrência de crimes, acidentes, confusões na rua, condições climáticas diversas e a situação da estrada em que ele se situa. De acordo com o site techtudo pelo menos 16 motoristas de Uber foram assassinados em corridas no Brasil. Mostrando que o trabalho deles é de extremo perigo por motivos externos.
Em suma, para que se tenha uma solução terá que ser feito uma modificação geral na segurança do país para que houvesse uma mudança satisfatória, somente sendo possível através de uma manifestação do Estado nacional com uma mobilização em massa para mudar o Brasil e um acordo entre os trabalhadores e a empresa afim de achar uma adesão que agrade os dois envolvidos isso poderá ser feito por um representante dos motoristas e um do Uber. Assim trazendo um entendimento e evolução da segurança no trabalho do motorista.