A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 30/04/2021
Os tempos atuais são denominados, por alguns estudiosos, de Quarta Revolução Industrial, por conta da economia com forte presença de tecnologias digitais e conectividade de pessoas. Devido a esse avanço tecnológico, um novo modelo de trabalho veio à tona: a Uberização. Nesse novo método de prestar serviço, o operário oferece serviço por meio digital. Por conta disso, há algumas falhas nesse tipo de emprego, dentre elas, está ausência de direitos trabalhistas, algo que põe o trabalhador em grande risco.
De acordo com a empresa multinacional Uber, os motoristas que usam o aplicativo não têm direitos trabalhistas. A justificativa dela é que seu app é apenas um meio de comunicação entre o motorista e o passageiro. Entretanto, a ausência desses direitos coloca o motorista em uma posição desagradável, pois eles são a garantia de sua fonte de renda fixa, de seu direito a ter férias e 13º salário, entre outros, segundo o blog Convenia.
Como solução para o exposto, cabe à empresa alterar o seu funcionamento. Ela deve dar aos motoristas os direitos básicos de um trabalhador comum, incentivando, assim, mais pessoas a procurar emprego pelo aplicativo. Desse modo, a empresa consegue mais funcionários, e eles adquirem suas garantias e proteções em relação aos seus empregos.