A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 29/04/2021
Sabe-se que o desenvolvimento tecnológico alterou nossas relações comerciais e, obviamente, afetou a área de trabalho. Dado que, essa realidade foi chamada de “uberização”, que é criada do Uber, que implementou um conceito de negócio com menos intermediários. Acerca disso, pode ser deduzido que os problemas mais importantes que envolvem este processo resultante a falta de direitos trabalhistas de uma determinada classe de trabalho ea qualificação exigida pelas empresas ao que se diz um trabalho formal.
Paralelamente a isto, vale a pena mencionar que o aumento da organização do trabalho no meio das redes contratuais descentralizadas provoca a precariedade acentuada da economia formal. O exemplo disso é a jornada de Uber, que para compensar o ganho mensal, precisa trabalhar exaustivamente e sem proteção de trabalhistas, deixando o mesmo suscetível a situações imprevisíveis, como acidentes. Nesse sentido, o excesso de liberdade dado aos trabalhadores por empresas que adotam “uberização” podem ser prejudiciais tanto para os funcionários quanto para os empregadores.
Portanto, é necessário que os problemas causados pela “uberização” do trabalho possuam um relacionamento íntimo com os aspectos socioeconômicos. Sendo assim, cabe ao Ministério do Trabalho, em parceria com o Ministério da Justiça diminuir a debilitação da economia, através da criação e melhoria das leis, como a religião do “home office” na CLT, para garantir os direitos trabalhistas na fase de tecnologia . Desta forma, eles minimizam a desproteção do trabalhador terceirizado ou temporário.