A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 29/04/2021
Com a “Quarta Revolução Industrial”, percebe-se que, a presença de tecnologias em meio à economia brasileira tem aumentado muito. Essa realidade foi nomeada como “uberização”, obtida do Uber que implantou um conceito de negócio com menos intermediários.
A influência da tecnologia no trabalho “uberizado” desencadeia a busca dos profissionais por mais liberdade de produção, o aumento do uso do “home office” pelas empresas do Brasil, cresceu cerca de 45% após o início da pandemia.
O aumento da organização economica em meio às redes contratuais descentralizadas tende a causar precarização acentuado na economia formal. Um grande exemplo disso é a forma de trabalho do Uber, que para compensar o ganho mensal, precisa trabalhar exageradamente e sem leis trabalhistas, deixando o mesmo em situações imprevisíveis de risco, como acidentes.
Contudo, os problemas ocasionados pela “uberização” do trabalho possuem grande relação a aspectos socioeconômicos. Tendo em vista, cabe ao Ministério do Trabalho, em conjunto com o Ministério da Justiça, diminuir a debilitação da economia, por meio da criação e aprimoramento de leis, como a obtenção do “escritório em casa” ,e também garantir os direitos trabalhistas na fase tecnológica. Dessa forma, diminuir os desastres causados ao trabalhador terceirizado ou temporário.