A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 02/05/2021

No documentário “Gig, a Uberização” é exposto resultados sobre a Uberização não só em território brasileiro, mas em todo o mundo, já que o mesmo citado no documentário tem sido um fator que está alterado na forma de trabalho. Além do mais, a Uberização tem aumentado em massa decorrente ao número de desempregados, e como pessoas que procuram a liberdade de trabalhar quando quiser receber uma renda maior, mas que custo isso vai requerer?

Em primeiro plano, Uberização é um termo originado do aplicativo Uber, sendo um dos que ficou famoso, seu termo é utilizado quando a existência de um mediador entre o prestador do serviço e o usuário que é o aplicativo, nesta situação a plataforma Uber não protegido os prestadores com leis trabalhistas ou qualquer auxílio, o trabalhador disponível sozinho, ou seja, se ele se acidentar em horário de serviço ou mesmo terá que resolver a situação e lidar com as consequências. Além disso não tem um horário definido ou fixo e a geração daquele trabalho prestado é determinado por algoritmos.    Em segunda instância, como aparece no documentário “vidas entregues” a mesma lógica de trabalho mostrada como se fosse um paraíso, onde qualquer pessoa teria a liberdade para fazer o seu próprio horário de trabalho e ganhar uma renda maior, podemos comparar esta situação com a escravidão, a onde a remuneração diminuiu e o tempo de trabalho aumenta cada vez mais. Ademais, isso tem desencadeado a ansiedade dos motoristas em aumentar sua renda, promovendo acidentes principalmente de trânsito.

Portanto, medidas devem ser apuradas para resolver a problemática “A uberização do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade? ”. Para resolver esse empecilho é dever do governo criar leis que protegem os envolvidos nesse tipo de serviço, que determinem um tempo hábil para que essas pessoas fiquem ativos no aplicativo, e depois de um certo momento de serviços ele receba pelo menos um salário, além de determinar alguém para ficar responsável em casos de acidentes.