A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 01/05/2021
Observando o cenário do mundo contemporâneo, o desenvolvimento contínuo da tecnologia ao longo dos anos tem ajudado as pessoas de forma branda a resolver questões do cotidiano, principalmente na economia brasileira. Todavia esse grande avanço vem trazendo formas autônomas para se trabalhar, e com essa perspectiva, a essencialidade de análise aos riscos da debilidade na economia é precisa. Ademais, a chamada “uberização” que sinaliza a vinda da quarta revolução industrial, está intrinsecamente ligada à busca por mais liberdade na técnica de se lucrar.
É relevante ressaltar que os trabalhadores no seu âmbito laboral têm que realizar jornadas exaustiva e sem proteção de leis trabalhistas, deixando o mesmo suscetível a situações imprevisíveis, como acidentes e “opugnações”. Posto que, de acordo com os dados ultimamente, o número de acidentes e ataques aos proletários vem batendo recordes devido à instabilidade na segurança que as empresas pouco oferecem. Paralelo a isso, esse fenômeno também influência no processo de precarização da mão de obra, afinal, esses trabalhadores passam a não ter mais vínculos empregatícios.
Em contrapartida, a influência da tecnologia no trabalho dos autônomos manifestar-se com ímpeto a busca dos profissionais por mais independência de produção. O acréscimo do uso do “home office” pelas empresas do Brasil, cresceu cerca de 45,73% após o início da pandemia de acordo com o IBGE. É notório que o avanço tecnológico permite uma formidável facilidade de seu uso, fundamentalmente em momentos de crise.
Portanto, esses fatores revelam motivos consideráveis que levam o indivíduo a se empregar nesse modelo de serviço que traz liberdade e assistência econômica. Em virtude dos fatos mencionados, algumas medidas precisam ser efetuadas para atenuar essas adversidades. Como promover melhores segurança ao feitor e aprimoramento de leis com a regulamentação do “home office” na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), pretendendo assegurar os direitos trabalhistas nesses momentos de crescimento computacional. De forma modesta, o país vem crescendo cada vez mais economicamente.