A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 03/05/2021
Com os avanços das tecnologias digitais, hodiernamente foi denominado com a realidade da economia brasileira a “uberização” que nada mais é do que a busca por mais liberdade e o acréscimo a precarização da economia. A palavra “uberização” surgiu com a popularização do aplicativo Uber onde há uma existência no termo entre o mediador e o prestador de serviço, já que, ele não é responsável pelo bem-estar do oficioso.
Em resumo, pode-se notar os dados lançados pelo IBGE no ano de 2020 mostrando que o aumento do “home office” cresceu cerca de 45% após a origem da pandemia. Contudo, é notável que o avanço da tecnologia e o aprimoramento das ferramentas permite uma maior utilização no seu uso, visto que, podem ser carregadas de um ambiente para outro.
De igual maneira, pode ser destacado o documentário “Vidas Entregues” na qual é, uma linha de serviço onde o servidor possui a liberdade em trabalhar onde quiser e quando quisesse e ganharia uma renda maior do que a de um taxista, por exemplo. Portanto, essa forma de ofício faz com que as pessoas sobrevivam mais ansiosas de desesperadas em busca de mais trabalhos com o objetivo de aumentar a própria renda. Em contrapartida, existe um aumento nos acidentes de trânsitos, caudados pela imprudência desses motoristas.
De acordo com tudo que foi dito anteriormente, é mister que medidas sejam implementadas para corrigir esses impasses. Sendo assim, é dever do Ministério do Trabalho junto com o Ministério da Justiça, crie e aprimore leis tendo como objetivo assegurar os objetivos trabalhistas de modo tecnológico e minimizar os danos que são causados aos trabalhadores terceirizados.