A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 30/04/2021
Os motoboys na pandemia tiveram um papel fundamental no isolamento social, mesmo não tendo a devida geração. O processo de “uberização” necessário a esse contexto é como se fosse um funcionário informal, trabalhando através dos algoritmos de uma empresa que acaba por não dar os devidos direitos trabalhistas. Essas empresas não se responsabilizam com legislações de funcionários terceirizados, provocando trabalhos estressantes e perigosos, além de um salário abaixo do necessário.
Em primeira análise, as multinacionais e empresas necessárias de pessoas cada vez qualificadas para trabalhar. Gerando impacto negativo nas pessoas sem oportunidade de estudo, que acabam se prendendo em um emprego terceirizado não tendo o tempo para a educação, isso acaba influenciando na crise econômica e no desemprego geral. Em contrapartida, ouve um aumento de trabalhos via plataformas digitas, o que aumentou ainda mais o trabalho “uberizado”.
Em segunda, o processo de trabalho terceirizado possui uma relação com aspectos socioeconômicos. De acordo com uma pesquisa de 2010, o Dieese disse que os funcionários terceirizados recebem em média 25% a menos do que os empregados diretamente contratados. Completando, com a terceirização, trabalha-se mais e recebe-se menos.
Com isso, o Governo deve promover cursos gratuitos em áreas diversas e com disponibilidades de horário para que todos os trabalhadores tenham a possibilidade de estudo, além de informativos sobre os direitos trabalhistas para que as empresas não se aproveitem dos trabalhadores.