A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 02/05/2021
Em meio ao desemprego desenfreado, pessoas estão aderindo mais a prática da uberização do trabalho, que seria trabalhadores informais gerenciados e controlados por alguns meios técnicos, como os motoristas do aplicativo Uber e os entregadores do Ifood, mesmo gerando uma certa renda, acaba acatando em muitos contras ao trabalhador por possuir desvantagens em relação a um trabalho formal.
Por dedução podemos citar o período de crise econômica, consequemente o desemprego ao qual estamos vivendo, e o avanço tecnológico, como alguns dos motivos do aumento da uberização do trabalho, já que as pessoas que perderam o emprego ou precisavam de uma renda extra, com ajuda de aplicativos conseguiram serviços mesmo que informal.
Mesmo ajudando as pessoas esse tipo de trabalho trás várias consequências ao trabalhador, como depender do esforço ativo, a falta de estabilidade, não possuir um salário fixo, a falta de uma legislação e a perda de garantias trabalhistas das Consolidações da Leis do Trabalhador (CLT).
A fim de amenizar tais fatores expressados a cima o Governo juntamente com o Ministério do Trabalho deveriam criar formas de formalizar esse tipo de trabalho, garantido os direitos básicos a um trabalhador como férias e um salário fixo, já que de acordo com o filósofo Aristoteles “o prazer no trabalho aperfeiçoa a obra”.