A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 02/05/2021
A Constituição Federal de 1988 é o documento legal mais importante do país, em seu artigo 6º ela prevê direito ao trabalho e a dignidade de todo cidadão brasileiro. Porém, devido ao trabalho pesado e à insegurança profissional que têm trazido efeitos negativos para a sociedade, esse privilégio não tem sido implementado com ênfase. De acordo com essa lógica, os fatores que levam a esses aspectos devem ser compreendidos.
Em uma primeira análise, vale destacar que a elevada taxa de desemprego é a causa desse problema. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego do país no quarto trimestre de 2020 foi de 13,9%, atingindo 13,9 milhões de pessoas. Diante disso, os cidadãos abandonam os direitos trabalhistas garantidos pela constituição e passam a se dedicar ao trabalho informal como forma de renda para seu sustento.
Além disso, é importante destacar que o governo carece de medidas para enfrentar o desemprego. Nesse sentido, o governo tem a responsabilidade de garantir oportunidades de trabalho para a população, mas quando ocorre a taxa de desemprego no Brasil, fica claro que esse benefício não tem sido realizado. Segundo o filósofo John Locke, a pintura violava o “contrato social” porque o Estado não cumpria sua função de garantir aos cidadãos direitos indispensáveis como o trabalho. Portanto, é inaceitável que essa situação persista.
Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver o impasse. Para reduzir o desemprego, o Tribunal de Contas da União precisa urgentemente redistribuir o capital, que será investido em projetos privados por meio do Ministério do Trabalho, e esses projetos privados garantirão o crescimento do emprego formal por meio de investimentos em diferentes setores da sociedade.