A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 01/05/2021

A palavra “uberização” está diretamente ligada a diminuição das distâncias entre o recurso comprado e o comprador, com diversos jeitos e formas para chegar ao destino. Com essa facilidade na entrega de produtos e alta demanda do mercado, fica atualmente explicito como enormes oportunidades de empregos disponibilizados pelos fornecedores novo tipo de afazer. Dessa forma tornando o trabalho mais sereno para o trabalho que é o seu próprio chefe.

Porém essa forma de trabalho vem sofrendo críticas ao longo dos anos pelo fato de associarem esse novo emprego a palavra precarização, que nenhum dos anos finais 70 estava relacionado com a sociologia da família e da pobreza, e que depois de um tempo estava relacionado com o emprego sem estatuto segundo Dominique Schnapper em 1989. Ou seja, sem leis que assegurem a segurança do trabalhador, sem salário salário e outras características.

Dessa forma esse novo trabalho que é tão bom para uma sociedade pode acabar sendo extinguido pela pressão exercida por toda a sociedade que não vai aceitar esse tipo de situação, porque o emprego pode vir a ser um tipo de discriminação social para as pessoas que estão sendo supostos empreendedores e que não possuem o mínimo direito nesse afazer.Além de prejudicar milhões de trabalhadores que tinham essa única fonte de renda.

Então, para solucionar o problema da “uberização” do trabalho na sociedade da tecnologia é preciso que o Governo Federal aliado com o Ministério do Trabalho criem leis que obriguem essas novas empresas de emprego alternativo como (Uber, Ifood, Rappi, entre outros), com o objetivo de garantir o mínimo de direitos possíveis para que o trabalho não caia no esquecimento e gere diversos problemas para os trabalhadores, e o de  proporcionar mais dignidade a esses ’empregados" tão dedicados.