A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 03/05/2021
A Revolução Industrial, que ocorreu no século XVIII, gerou uma modificação enorme nas formas de trabalho através da ultilização de máquinas como modo de produção. Às portas da Quarta Revolução Industrial, a tecnologia tem garantido a praticidade de compras por meio de aplicativos de serviços, como Uber e iFood. Em contra partida, a falta de direitos para os trabalhadores, como entregadores e motoristas, cadastrados nesses aplicativos, causa prejuizos para os mesmos.
Por um lado, acessar um aplicativo, disponível gratuitamente, que possibilita a compra de um produto que será entregue na porta da residência tem se tornado uma tendência crescente, uma vez que a pessoa não precisa buscá-lo em uma loja distante de sua casa. Realidades como essa atrae cada vez mais usuários para esses apps, facilitando a vida de quem usa.
Por outro lado, a vida das pessoas que se cadastram para conseguir uma renda extra, ou até mesmo pelo desemprego, enfrentão diversos problemas devido ao modelo de trabalho que depende de suas ferramentas próprias e ferramentas para ser realizado. Além disso, a falta de direitos trabalhistas faz com que os tabalhadores realiem horas de trabalho excedentes, sem direito a folgas, para que consiga garatir sua renda. Somado a isso, existem acidentes ou problemas que as empresas não se responsabiliam, nem auxiliam os trabalhadores, entre outros decorentes da falta de direitos garantidos.
Portanto, para que sejam leis que garantem o direito dos trabalhadores de aplicativo, é necessário que a população, junto aos trabalhadores, realizem manifestações que precionem o Governo a promover a criação de leis para essa classe trabalhadora, que garantam a segurança no trabalho, pagamentos justos e estabilização de uma carga de trabalho. Desse forma, essas pessoas podem exercer um trabalho digino e com mais tranquilidade para sustentar suas famílias e movimentar a economia do país.