A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 29/04/2021

Na atual era a tecnologia em que o mundo se encontra a presença de tecnologias digitais no meio da economia brasileira. Como essa realidade foi nomeada “uberização”, recebendo a equidade de Uber que implantou um conceito de negócio com menos intermediário. Diante desse cenário, torna se necessário analisar a uberização do trabalho e suas limitações com a liberdade e a precarização.

Com o avanço da tecnologia, torna-se obvio que bastante pessoas acabam por migrar dos trabalhos fisicos para “home office”, em busca de mais liberdade de produção. Vale tambem resaltar que segundo o IBGE, com a chegada da pandemia do covid-19, muitas pessoas foram por, sua vez, obrigadas a ingressar no trabalho de forma online, por conta de diversos estabelecementos e serviços que tiveram que ser desligados para evitar a propagação do vírus.

A jornada de quem trabalha com uber, muitas vezes não é fixa, as vezes para compensar o ganho mensal, como as pessoas precisam trabalhar exaustivamente e sem proteção de leis trabalhistas, deixando os mesmos suscetíveis a situações imprevisíveis, como acidentes. Nesse sentido, o excesso de liberdade dado aos trabalhadores pelas empresas que adotam uma “uberização” pode ser prejudicial tanto ao emprego quanto aos empregadores.

Portanto, fica clara necessidade de que os problemas causados ​​pela “uberização” do trabalho têm um relacionamento íntimo com os aspectos socioeconômicos, Por isso, cabe ao Ministério do Trabalho, em uma ação conjunta ao Ministério da Justiça, de reduzir a precarização da economia , através da criação de uma lei, que permite que os trabalhadores de “home office” tenham os mesmos direitos que os trabalhadores comuns, desta forma será possível alcançarmos um mundo onde o trabalhador terceirizado seja não prejudicado.