A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 10/05/2021
Ultimamente, têm sido bastante comum utilizar plataformas digitais como aplicativos para adquirir produtos, comprar alimentos e se locomover para outros lugares. Para quem consome, traz mais conforto e faz com que as pessoas aglomerem menos em tempos de pandemia. Para trabalhadores que utilizam deste meio para adquirir sua renda, traz precarização da mão de obra e informalidade trabalhista.
Observe que muitos entregadores de ifood e motoristas e uber precisam de um segundo emprego para garantir sua renda pois são muito desvalorizados e possuem uma baixa remuneração.
Contudo, como plataformas digitais acabam barateiando os preços de serviços, fazendo os consumidores menos que pagar e não se responsabilizar com os entregadores do aplicativo. Os entregadores acabam sendo induzidos a trabalhar da sua própria forma porém nunca saberão o total de horas que irão fazer no dia seguinte, por conta dos algoritmos. Além disso, eles não garantem uma remuneração e nem emprego fixo.
Dessa forma, os entregadores devem ser mais observados quanto à sua rotina de trabalho e obterem apartir disso, uma garantia de remuneração e emprego. As plataformas digitais serão responsáveis pela forma de trabalho dos entregadores, pelo garantimento de uma boa remuneração e que eles não vivam inseguros de seus empregos.
E com isso, entregar um seguro emprego, direitos e proteções trabalhistas. os entregadores devem ser mais observados quanto à sua rotina de trabalho e obterem apartir disso, uma garantia de remuneração e emprego.
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