A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 13/07/2021

Barão de Itacaré, um dos criadores  do jornalismo alternativo durante o período  da Ditadura no país, estava certo ao dizer:¨ O país é feito por  nós, só falta desatar os nós." Nessa lógica, a uberização  do trabalho  na era tecnologia corresponde a uma falsa liberdade. já que, a uma grande falta de disposição por parte do corpo social por reivindicação pra harmonizar tal pauta e omissão do poder governamental quanto a regulamentação de leis em pról para o conforto da sociedade. Desse modo, tal questão ilustra o cenário atual do Brasil.

Primeiramente,  vale ressaltar com o advento da 4º Revolução Idustrial, muitos aspectos dentro do cotidiano das pessoas foram modificando-se , como por exemplo a forma de pensar, trabalhar e se relacionar. Nessa ótica, os aplicativos interativos criados para facilitar a vida das pessoas ganharam grandes espaços no meio social, como por exemplo o IFOOD, UBER, RAPPI o qual oferece serviço de locomoção através de carros próximo do cliente em curto espaço de tempo  e nesse raciocio  , entregas rápidas de comidas ,também, são umas das funçoes mais pedidos o que troxe flexibilidade para os individuos tanto para quem trabalha com essa modalidade de execução  tanto para quem pede tal serviço. Porém, esses individuos são negligenciados  em questões de direitos trabalhistas o qual traz ao longo e médio prazo grandes malefícios para os trabalhadores.

Ademais, vale observar que de 2018 a 2020 houve um aumento consideraveis de desempregos no Brasil. Segundo, o IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística foram registrados 13,5% de verificados o qual corresponde 13,5 milhões de desempregados. Nesse ínterim, com a disserminação da tecnologia e a qualidade dos aplicativos voltados para serviços informais promoveu de forma intermediária  a queda de 3,2% dos desempregos e consequentemente contribuiu para economia do país. Nesse sentido, tal questão merece efetivamente atenção do poder governamental para que haja leis regulamentadoras para as empresas que presa pelos  aplicativos pois existe desigualdade  entre o empregador e empregado  e essas falhas vem desvalorizando o trabalho de milhares de pessoas.

Fica nítido, portanto, que a falta de organização e normatização de leis negligência o público que trabalha com aplicativo. Assim, considerando os fatos mencionados fica claro a necessidade de medidas para reverter a situação. Desse modo,  é fundamental e viável que o Ministério da cidadania crie projetos no intuito de regulamentar os serviços prestados por meio de plataforma digitais no objetivo de beneficiar tal público.Outrossim, é importante ,também, a criação de instituições voltada somente para esse público em pról de uma defesa eficiente o qual onde tais cidadãos tem a quem assegurar os direitos. Com efeito, tanto a democracia como o Estado manterão em coerência social.