A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 12/08/2021
No século XIX,a massa proletária lutava por melhores condições de trabalho,pois eram subordinadas a longas jornadas de serviço,o que os exauriam.Contudo, é lamentável constatar que esse processo se repete na atualidade, com classes baixas,seduzidas por empresas que se isentam de total encargo para com seus servidores.
Essas falacias são um problema visto que,serviços como o de entregador e motoristas de aplicativo,tornaram-se essenciais na pandemia,no entanto,as empresas pelas quais trabalham,blindam-se de proteções laborais ou seguros contra acidentes.Além de que, segundo as ideias de Karl Marx,a vontade capitalista é em prol de seus lucros e cabe a população investigar os limites de seu poder.Posto isto,é evidente um atual cenário onde grandes firmas exploram de forma impiedosa a força de trabalho de cidadãos,encurralados pela crise financeira do país.
Além disso,é crucial destacar que o sálario desses serventes é designado por um algorítimo, que cobra taxas abusivas em cima dos valores obtidos pelo trabalhador para manter o serviço,o que força esse por sua vez,a aumentar sua carga horária.Uma prova dessa atitude repreensivél é que,de acordo com o jornal Correio do povo,motoristas de aplicativo tem valores entre 25% e 40% descontados de seus rendimentos pelas empresas.
Portanto,urge que o Ministério do trabalho em parceria com o poder Judiciário, force as empresas a não só,criarem em suas plataformas meios de se acionar serviços de saúde e segurança mais proximas ao servidor,para que este seja auxiliado em caso de emergêcia,mas para que também, estabeleçam taxas mínimas a serem cobradas em cima das quantias obtidas pelos serventes,visando assim melhor garantia de segurança e estabilidade ao trabalhador.