A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 14/09/2021
No filme “Tempos Modernos”, do famoso ator Charlie Chaplin, é possível observar os impactos do surgimento das indústrias na vida do proletariado. A luz disso, percerbe-se que o trabalhador, fora do ambiente fictício, não deixou de ser explorado. Dessa forma, nota-se que esse processo de “uberização” ocorre devido à busca excessiva pelo lucro e pelo poder e, consequentemente, leva à precarização do trabalho.
Vale ressaltar, a princípio, que as grandes empresas e sua intensa competitividade favorecem a continuidade do problema. Desse modo, nota-se que essa disputa por poder e pelo lucro é fruto de um pensamento individualista, instaurado na sociedade. Sob esse prisma, percebe-se que a falta de empatia diante de seus empregados leva à uma imagem de que suas vidas são irrelevantes. Dessa forma, percebe-se que existe a necessidade da conscientização para que se crie uma sociedade menos apática.
Em consequência, essa concepção de mundo egocêntrica leva à excessiva exploração do trabalhador. À luz disso, percebe-se que essa busca pelo lucro das grandes empresas leva à precarização do trabalho e à exaustão dos funcionários. Além disso, a segurança disponibilizada por esse tipo de ofício é quase nula, tanto em relação à saúde quanto em relação a estabilidade. Dessa forma, percebe-se que esse tipo de ocupação é extremamente instável para o empregado.
Portanto, visando mitigar a “uberização” do trabalho e sua conseuquente precarização, medidas são indispensáveis. Faz-se necessário, então, que as empresas de televisão aberta promovam a conscientização da população, a partir de propagandas e reportagens de fácil entendimento, instruindo a população de seus direitos e da instabilidade desse tipo de emprego. Dessa forma, o problema será reduzido.