A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 15/09/2021

É notório que os avanços tecnológicos estão ocorrendo a todo o momento, afim de alterar relações comerciais e consequentemente impactos no trabalhista. Um exemplo é o aumento da demanda de motoboys entregadores de alimentos por aplicativos durante a pandemia que tiveram um papel fundamental no isolamento social, apesar de não terem a devida remuneração. Visto isso, pode-se inferir que as maiores problemáticas envolvendo esse processo são a falta de direitos trabalhistas e a classificação exigida pelas empresas ao que se diz um trabalho formal.

A princípio, nota-se que o mundo atual comercial e virtual se funda assim surgindo uma classe trabalhadora. Desse modo, percebe-se que o mediador principal é a internet, o que leve as pessoas a cuidarem do seu proprio negócio de lado como leis trabalhistas. Ademais no Brasil o Supremo Tribunal Federal (STF) decretou que motoristas vinculados com a UBER, são trabalhadores informais. Sendo assim, a questão acaba por se tratar de uma adaptação e melhor gestão da renda salarial dessas pessoas.

Além disso, percebe-se que a educação é uma pauta muito importante no desenvolvimento econômico pessoal de um indivíduo. Por exemplo, é a China que como o Programa Internacional de Avaliação dos Alunos(PISA) é o país de melhor educação básica do mundo. Sendo assim, com faz com que empresas em geral queiram pessoas com alto grau de qualificação. Isso, somado aos avanços tecnológicos faz com que pessoas consideradas menos qualificadas sejam descartadas do mercado de trabalho.

Portanto, é necessário que sejam apresentadas alternativas afim de mudar este cenário. Logo, o Governo deve promover cursos digitais gratuitos de educação financeira e de especialização em diversas áreas, para que, assim esses trabalhadores saibam como investir e gerir seu próprio negócio, assim teriam maior competência tanto para conseguir um emprego quanto para seguirem novas carreiras.