A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 05/10/2021
Em 2020, um vírus se espalhou rapidamente por todo o mundo. A vida de muitos parou, estabelecimentos tiveram que fechar, milhões perderam os empregos. A pandemia que muito ao mundo causou, também contribuiu com o grande aumento da uberização do trabalho, ou seja, a mudança de empregos fixos para os pequenos serviços e os horários mais flexíveis. Empresas que trazem esse tipo de serviço têm sido uma facilidade enorme para muitos trabalhadores que desejam uma renda extra, mas se mostrou um problema para aqueles que trabalham somente através desses aplicativos, por causa da falta de estabilidade e de direitos trabalhistas.
Primeiramente, é importante comparar a quantidade de trabalho com pagamentos aos trabalhadores, coisa que parece injusta aos olhos de muitos, levando a grande maioria de motoristas e entregadores a trabalhar em multiplos aplicativos ao mesmo tempo.
Além disso, a perda de dignidade dos trabalhadores pode ser considerada consequência do processo de uberização, pois muitos acabam trabalhando em condições precárias e insuficientes para seus serviços, por conta da injustiça de seu pagamento.
Enfim, percebemos a enorme necessidade de medidas para reverter esse problema. Dessa forma, visando o justo pagamento e compensação de seus esforços a esses trabalhadores, o ministerio da cidadania de regulamentar o trabalho uberizado, pondo condições às empresas, adicionando normas e fiscalização.