A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 07/10/2021
A obra " Waldren II", do psicológo norte-americano Burrhus Frederic Skinner, apresenta uma sociedade em plena utopia, a qual se caracteriza pela ausência de conflitos. No entanto, essa não é uma realidade vivenciada pelo brasileiros, uma vez que a crise econômica fez com que a precarização da situação financeira do brasileiro, procura-se a opção de trabalho com uberização no trabalho.Diante disso, tratar esse fato é fundamental para compreender os estigmas mentais.
Mormente, é lícito que a ineficiente atuação do governo está entre as caudas do problema. Nesse sentido, de acordo com Thomas Hobbes, filósofo contratualista, é dever do Estado zelar pelo bem-estar dos cidadões. No entanto,desiqualdade entre sociedade faz com que profissionais formados não esteja em sua função por ineficiencia e negligência de lider, se vendo com a opção de se expor ao risco e horas de trabalho para aplicativos, que por sua vez prioriza os algoritimos dos lucros ao invés das pessoas.Assim, é inadmissível que os órgãos competentes permaneçam inertes quanto à essa situação.
Por consequência,as horas de trabalho excessivo para ter o mínimo do sálario,chega ao ponto da exaustão física, a uberização trouxe uma competeção e pressão psicológico ao ser humano e sem nenhum auxilio de seguro ou proteção do governo e da corporação, tornando um cliclo vicioso devido a deficiência do governo,cidadões sejam os maiores prejuticado. Dessarte, é inaceitável que tal conjuntura continue desse formato.
Em suma, medidas são necessárias para atenuar o entrave. Logo, como o fito de mitigar os danos causados para o trabalho por aplicativo, cabe ao Ministério do trabalho desenvolver, por meio de projeto de lei, que tenha regras saudáveis para o trabalho, auxílio participação de lucros para todos os envolvidos. Por fim, espera-se que esse quadro seja superado, e os ideais de Skinner alcançados pela Nação.