A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 22/10/2021
Elucidando o filósofo estadunidense Chales F. Kettering, o mundo detesta mudanças e, no entanto, é única coisa que traz progresso. Nesse sentido, percebe-se que o desenvolvimento tecnológico alterou nossas relações comerciais e consequentemente teve impactos evidentes no âmbito trabalhista. A partir disso, induz-se que as maiores problemáticas acerca disso, são a falta de direitos trabalhistas de determinadas classes trabalhadoras e a qualificação exigida pelas empresas.
Em primeiro plano, nota-se que nos dias de hoje o mundo comercial e virtual se incorporaram fundando assim uma nova classe trabalhadora. Desse modo, vê-se tal transformação através de um mediador, a internet, o que leva as pessoas a serem responsáveis por seu próprio negócio e no entanto não usufruem de direitos trabalhistas, e acabam tendo que se adaptar fazendo melhor gestão de sua renda salarial.
Além disso, para exemplificar, é de conhecimento comum que os motoboys na pandemia tiveram um papel fundamental no isolamento social, embora não terem a devida remuneração sobre isso. ademais, o processo de “uberização"em relação o motoboy que é um funcionário informal, trabalhando para uma empresa, onde ele não possui direitos trabalhistas.com isso, podemos colocar em pauta o nível de educação que as empresas em geral , queiram pessoas cada vez mais qualificadas para trabalhar.
Portanto, faz-se necessário que medidas sejam tomadas, o governo precisa administrar as novas formas de trabalho que estão surgindo, capacitando mais as pessoas, por meio de cursos gratuitos de educação financeira, e da a todos seus direitos trabalhistas, assim garantindo melhor competência para seguirem em suas carreiras.