A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 19/10/2021

No filme “You Are Not Here” dirigido por Ken Rocky, ele descreve o problema do emprego instável contando a história da família Ricky. Quando consegue um emprego informal que não atende às suas expectativas, seu dia a dia fica abalado. Fora do romance, esse é um cenário cada vez mais comum em nosso cotidiano, e esse fenômeno tem sido acompanhado pelo surgimento da crise econômica do país nos últimos anos, o que tem gerado grande instabilidade para os trabalhadores brasileiros.

Quase todas as leis nacionais que beneficiam o proletariado foram oficialmente promulgadas durante a era Vargas (de 1930 a 1945). Destinam-se a proteger o proletariado e criminalizar a exploração do proletariado. Embora muitas medidas ainda estejam em vigor, a crise econômica fez com que o Brasil despencasse da sexta maior economia do mundo em apenas 9 anos. Como resultado, os direitos trabalhistas deixaram de ser uma prioridade para a classe baixa. Agora eles não escolheram encontrar alguma função que garanta o mínimo: salário.

As grandes empresas aproveitam o declínio da situação financeira e o avanço tecnológico da maioria dos cidadãos para contratar milhões de pessoas. Têm poucos direitos e recebem uma percentagem elevada por cada serviço, desde que os proletários não tenham outra escolha senão dobrar o seu trabalho para obtenha dinheiro suficiente para se sustentar.

Portanto, é necessário que a Secretaria do Trabalho use parte dos recursos federais para fiscalizar mais ativamente as empresas multinacionais e exigir melhores condições e direitos. Se necessário, em alguns casos específicos e mais graves, será realizado um julgamento para solucionar o problema. Isso vai ajustar ainda mais a relação entre patrão e empregados, como recompensa, vai amenizar a crise nacional, porque os civis têm maior poder de compra, as vendas no país vão aumentar, aquecendo assim a economia.