A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?

Enviada em 30/10/2021

Na sociedade Contemporânea, com a expansão do setor terciário, decorrente da Quarta Revolução Industrial, a população  está diante de novas possibilidades, principalmente de trabalho, dando oportunidades de emprego para as pessoas. Consoante ao aumento da área de vendas, ocorrem problemas do trabalhador informal em relação aos seus direitos empregatícios. Portanto,é necessário uma reflexão sobre os benefícios e malefícios do assunto.

Em primeiro Lugar, Apesar do alto desemprego, com o avanço da tecnologia, os brasileiros vêem esse fator como oportunidade de profissão. Conforme dados do IBGE( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.), no ano de 2020 foi registrado 18 milhões de pessoas desempregadas, decorrente disso, a busca por trabalho informal aumentou, com o surgimento de pequenos negócios, como lojas virtuais, lanchonetes e etc. Destarte, é notável  a adaptação dos brasileiros diante de grandes dificuldades.

Ademais, acarretado pela ausência de direitos trabalhistas, os cidadãos que residem em empregos não-formais sofrem com vários empecilhos. Por conseguinte, quem atua nesta área não podem se aposentar e não tem descontos no salário. A partir dessas informações, remete-se ao artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos “todos humanos nascem livre e iguais em dignidade e em direitos.”, o que em entra em contradição com a situação do empregado fora da carteira de trabalho. À vista disso, é perceptivel a falta de ações do governo que complementem os direitos dessas pessoas.

Portanto, a partir dos argumentos supracitados, a resolução dos problemas do setor terciário fica a cargo do governo. Este em conjunto com o Ministério do trabalho deve, por meio de estabelecimento de leis, garantir os direitos do trabalhador como contribuinte da sociedade, auxiliando para uma sociedade mais igualitária, e indo de acordo com o artigo 1 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.