A "uberização" do trabalho na era tecnológica: precarização ou liberdade?
Enviada em 13/11/2021
“Taylorismo” foi o modelo econômico implantado na Europa, no qual se baseava no “Just in time” ou produção por demanda, o qual era profissional especializada para o controle das tecnologias e dos veículos de comunicação com o cliente. Na contemporaneidade, sabe-se que os meios de oferta e procura de produção-se resultado ao consumidor, aliado a uma “uberização” do trabalho na era tecnológica. Sendo assim, cabe analisar quais fatores favorecem esse quadro, ligado ao índice elevado do desemprego e aos benefícios do incremento das tecnologias.
De início, é válido destacar que o desemprego estrutural é uma tendência do surgimento das novas tecnologias do trabalho. Nesse sentido, os setores terciários das empresas e serviços públicos público maior capacitação intelectual dos pertencentes, em detrimento dos setores primários, o qual às máquinas ocupam grande parte do setor produtivo. Assim, é lícito referenciar o filósofo Karl Marx que afirma que a exploração do homem pelo homem é uma tendência do mundo capitalista. Obviamente, os meios de trabalho atualmente perdem interferência humana e são controlados pelas máquinas, conforme o modelo taylorista e em concordância a teoria marxista.
Outrossim, sabe-se que apesar dos fatores inviáveis da “uberização”, o fenômeno da globalização contribui com maior praticidade na conjuntura urbana. Nesse contexto, as novas tecnologias promoveram o surgimento de trabalhos informais na sociedade, como os serviços de motoristas por aplicativos, o que promoveu maior comodidade e acessibilidade aos usuários, seja na redução do tempo de espera, seja na especificação da localização de passageiros em locais de difícil acesso. Sendo assim, uma onda de globalização como uma liberdade às tecnologias no mercado de trabalho.
Destarte, para equilibrar liberdade e precarização com o advento da “uberização” do trabalho, é preciso que o Governo, por meio de assembleias legislativas, crie leis de proteção aos trabalhadores dos setores primários, como, por exemplo, a exigência de capacitação profissional ofertada pelas próprias empresas aos trabalhadores trabalhistas, a fim de que ele tenha segurança no trabalho e se adaptar às mudanças tecnológicas. Essa ação pode se concretizar mediante apoio de empresas privadas, como a Vivo, o qual democratizar o acesso à internet no país, a fim de permitir que os não usufruam dos seus benefícios, como os trabalhos informais, o qual viabilize, dessa forma, conciliar às tendências de mercado à globalização.