A valorização da cultura afro-brasileira no currículo escolar

Enviada em 04/09/2025

Em 1888, a famosa Lei Áurea foi instituída para abolir a escravidão no Brasil, esperava-se então, que já não houvessem atos de racismo, exclusão ou quaisquer tipos de descriminações raciais. Infelizmente, o objetivo não foi totalmente logrado, dado que tais práticas ainda se perpetuam no país. É possível notar que a valorização da cultura afro-brasileira, ainda não é reconhecida como deveria. Nesse viés, surge a problemática dos desafios para o combate da grande falha cultural para que tal cenário já não se perpetue na atualidade.

O filósofo Immanuel Kant, defendia que tais lacunas, se dão por conta da má educação, baixo investimento e a inconsistência cultural através das escolas. Fora da filosofia, os problemas retratados refletem uma sociedade de exclusão, desrespeito e impunidade, frutos da inércia estatal e imoralidade do povo brasileiro.

Ademais, os métodos impostos pelo poder público, não cumprem integralmente o seu papel em manter os cidadãos em harmonia, de forma civilizada e tampouco investem o suficiente na educação pública. Em suma, é imprescindível que as autoridades responsáveis tomem medidas necessárias para solucionar as faltas citadas.

Urge portanto, a imposição de respeito e igualdade na sociedade. Contudo, cabe ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), adotar novas práticas, leis, investir mais capital e promover palestras nas escolas para que se espalhe a paz e o respeito entre todas as culturas e raças. Assim, todos os costumes e etnias serão respeitados como devem ser por direito. Logo, o país possuirá estrutura, recursos e moral para cessar totalmente o racismo estrutural e a desvalorização cultural, e ser exemplo estimulando a estabilidade social.