A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 27/08/2019

A importância da mulher no esporte traz um diálogo no qual é bem debatido por toda população. Mas elas vêm crescendo cada vez mais em todas as modalidades, e mesmo assim ainda existe preconceito, como terem somente a obrigação de cuidar de casas, filhos, e cozinhas, ou seja, tinham direito apenas de obrigações domesticas, além de serem chamadas de maria macho, e xingadas de “homem”.

A um tempo atrás, os homens tinham costumes de competir nus, sendo assim, as mulheres proibidas de assistir aos jogos, e se caso forem pegas no flagra eram condenadas à morte.

Entre tanto, mulheres eram proibidas de praticar quaisquer esportes incompatíveis com as condições de seu corpo. Principalmente a modalidade do futebol, no qual já houve lei que proibiam as práticas das mulheres para este.

Hoje em dia, percebemos que o esporte feminino vem crescendo em um nível elevado ao decorrer das décadas, sendo em 1960 apenas 11% da população serem mulheres, e em 2016 cerca de 45% participantes das competições, mas com um tempo demorado por contas estruturais e econômicos. No esporte os exercícios físicos das mulheres não são rígidos quanto o dos homens, fazendo com que as mulheres cedem um esforço bem maior para poder se destacar nos cenários de competições mundiais.       Os salários das mesmas, é inferior a mais da metade de um salário masculino, como por exemplo a jogadora Marta que recebe 27 vezes menos que o Neymar Jr. Nesse caso sendo uma ação machista, pois as mulheres têm sim o direito de um salário relevante ao masculino.

Nesse ano, ocorreu a Copa do Mundo feminina de Futebol, mostrado com que ainda há certo preconceito. Mesmo com o crescimento das guerreiras, esses pensamentos continuam. Se quisermos acabar com esse problema, temos que ensinar as crianças desde pequenas, já não tivemos a este ensinamento, e evitarmos pensamentos retrógrados sobre esse assunto, e além disso, deviam criar leis para o aprofundamento do investimento no esporte feminino.