A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 07/10/2019
Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa uma desvalorização do esporte feminino no Brasil, observa-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada á realidade do pais, seja pelo machismo nos esportes quanto a falta de inclusão das mulheres nos esportes visto que esses fatores estimulam a desvalorização feminina nos esportes.
Portanto é indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, o machismo nos esportes rompe com essa harmonia, haja visto que no Futebol feminino recebe-se bem menos patrocínio e visibilidade que o Futebol masculino.
Outrossim, destaca-se a falta de inclusão feminina nos esportes como impulsionador do problema, viso que, desde novos os meninos são incentivados as praticas de esportes como Futebol quanto as meninas a brincar com bonecas. Embora isso pareça um estereótipo, é nossa realidade. As meninas não são criadas para amar a prática esportiva como os meninos. Esse é um fato e reflete preconceito em seu mais alto grau na sociedade.
Interfere-se, portanto que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, cabe ao governo fazer medidas preventivas através do Ministério da educação (MEC) na criação de palestras e atividades escolares administradas por psicólogos e de profissionais de educação física que visem a inclusão e a conscientização das meninas nos esportes, a fim de que o tecido social se desprenda de certos tabus para que não viva a realidade das sombras, assim como na alegoria da caverna de Platão.