A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 07/10/2019
Na segunda metade do século XX importantes transformações ocorreram entre elas_a inserção da mulher no futebol. Tal fato, abriu “portas” para estas, no âmbito esportivo, antes elencado como algo para homens, uma vez que para elas, o futebol feminino pode mostrar-se como um espaço de autonomia e liberdade propiciando o empoderamento feminino. De fato, uma ‘‘cultura’’ institucionalizada ligada no meio social.
A priori, soergue a insciência social no tocante a essa temática. Na ótica do sociólogo Émille Durkeim, o fato social é a maneira coletiva de pensar. Sob essa pespectiva, é notório perceber que o esporte feminino é fortemente influenciado pelo caleidoscópio social, uma vez que, parte da sociedade cresce inserida em um cenário intolerante e injusto atenuado pelo famoso “jeitinho brasileiro” ao dizer que futebol é “coisa para homem”. Logo, se está legitimado tais conceitos retrógrados, sobra uma solução tardia.
Ademais, soergue a negligência midiática no tocante a essa problemática. Segundo o Globo Esporte " de todas as notícias que saem na mídia sobre futebol, só 11% são sobre mulheres". Sob essa ótica, esse dado configura-se como a realidade do mundo capitalista, uma vez que, este busca realizar investimento onde gera mais lucro. Nesse sentido, a modalidade feminina carece de visibilidade e incetivo. Logo, se não há preocupação com essa realidade,sobra o sombreamento recrudescente.
A fim de amainar essa desigualdade, soa fulcral o papel de dois vetores_ a sociedade e a atuação da imprensa. Ao primeiro, cabe a alteração de pensamento retrógrado, por meio do diálogo e incetivo à prática desse esporte, a fim de trazer mais lucidez sobre o empoderamento delas e embate a esse preconceito enraizado, seja erradicado. Outrossim, torna-se significativo que o jornalismo em geral, dê notoriedade às matérias sobre o futebol feminino, na forma de transmissões ao vivo e documentários, a fim de que esse esporte se torne igualitário entre homens e mulheres.