A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 15/10/2019

Promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante que todos os indivíduos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Contudo, os desafios encontrados para a valorização do esporte feminino no Brasil, principalmente o preconceito, impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Primeiramente, após serem proibidas de praticarem alguns esportes no Brasil durante um certo período, as mulheres passaram por estas barreiras impostas e estão cada vez mais participando dos esportes. Contudo, o preconceito ainda existe, pois muitos esportes ainda são vistos como masculinos, o que acaba refletindo na falta de valorização das atletas femininas, que tem seus salários menores se comparados a mesma classe de atletas masculinos, um valor reduzido de investimentos perante o governo, entre outras formas de desvalorização.

Desta maneira, a falta de solidez nas relações sociais, politicas e econômicas acabam por dificultarem a entrada das mulheres no mercado esportivo. Diante do contexto, faltam projetos para integrar e manterem as mulheres no esporte, que ainda recebem poucos patrocínios, e também pouca visibilidade do esporte por elas praticados. Assim, ao analisar o número de jogos recorrentes de futebol masculino é possível perceber a desproporção entre os jogos femininos, que são poucos divulgados.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de politicas que visem a construção de um mundo melhor. Dessa maneira, torna-se necessário medidas governamentais e planejamento, para que o esporte feminino brasileiro seja mais valorizado e visto da mesma maneira que o masculino. Assim, o governo deve criar projetos que implementem a incentivação da prática ao esporte feminino nas escolas, por meio da criação de mais campeonatos voltados a elas,diminuindo assim as diferenças já no inicio da vida social dos alunos. Também, a implementação de leis que permitam mais visibilidade dos esportes femininos em redes de TV aberta, fazendo com que a população passe a admirar mais as atletas e ao esperte, e consequentemente maior procura dos patrocinadores em fazer esse ramo crescer. Dessa forma, o Brasil poderia superar este problema, e valorizar o esporte feminino ainda mais.