A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 29/12/2019

Daiane dos Santos foi a primeira ginasta a conquistar uma medalha de ouro em um Campeonato Mundial. Desse mesmo modo, representou o Brasil nas Olimpíadas de Atenas, Pequim, Londres e batizou os saltos duplos twist carpado e esticado, já que foi a primeira a realiza-los. Com essa visão, é relevante discutir sobre o descaso do esporte feminino no país brasileiro. Nesse contexto, é necessário analisar os aspectos históricos e os preconceitos contras as mulheres.

Convém ressaltar, a principio, é importante destacar que existiam leis mais severas para as mulheres que praticavam esportes nos séculos passados. Com isso, o cenário sociocultural brasileiro apresentavam que o esporte feminino ainda eram desfavorável no inicio do século XX. Entretanto, com a imigração europeia que já apreciavam o valor dos exercícios, aos poucos os brasileiros pegaram os costumes das práticas corporais, esportivas e tornaram com uma opção de lazer, o que fez surgir inúmeros clubes recreativos e de ginastica em que espectadores e adeptos aumentavam. Assim, perceba-se a necessidade de uma atenção do Estado sobre a valorização das mulheres.

Ademais, observa-se que a presença das mulheres, torna-se cada vez maior em todas as modalidades. Diante disso, o grande números de feitos e conquistas de atletas, a visibilidade e credibilidade delas é colocado em debate diariamente apenas pelo seu gênero. Isto é, como a Edinéia Camargo lutadora de Kung Fu Wushu, acredita que o preconceito partia mais da sociedade do que das pessoas ligadas ao mundo esportivo, posteriormente, admite que o espaço feminino estão a buscar de ficar mais por dentro dos esportes. A respeito disso, o preconceito com as atletas e profissionais da área ainda é muito presente o que deve ser uma problemática a ser resolvida.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para atenuar a problemática da valorização do esporte feminino no Brasil. Por isso, a mídia, em parceria com o Ministério do Esporte, devido ao seu vasto poder de alcance, deve divulgar, por meio de campanhas televisivas, radiofônicas e redes sociais, sobre os centros e os números telefônicas de ajuda para ser feita a denuncia do preconceito, manter a população informada e possua ampara de fácil acesso e de modo eficaz. Além disso, as universidades e escolas precisam, por intermédio de profissionais graduados em psicologia e serviço social, promover palestras e debates para que os alunos admiram mais as atividades das mulheres. Dessa forma, será possível tornar o meio em um ambiente mais seguro e democrático para a sociedade brasileira.