A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 03/04/2020

O esporte feminino é muito desvalorizado desde do princípio, visto que,  o esporte era considerado uma “coisa de homem”. Com desigualdade salarial e pouco reconhecimento de suas habilidades, muitas jogadoras de qualquer modalidade lutam para obter sua igualdade com os times masculinos, mesmo sofrendo muito preconceito por parte da população.

É possível dizer que a maioria do preconceito venha do repertório histórico do Brasil, como em 1930, o futebol feminino foi apresentado ao Rio de Janeiro como atração de circo, como forma de inferiorizar e humilhar a figura feminina. Em 1941 no governo de Getúlio Vargas, impuseram uma lei que proibia a mulher de praticar qualquer esporte e felizmente foi abolida em 1983.

As aulas de Educação física são o maior exemplo de igualdade. O problema talvez consista no pensamento geral. Não é mera questão de se ganhar um título importante para o esporte feminino ser valorizado. Falta um olhar sem preconceito para se enxergar que qualquer esporte pode ser praticado pelas mulheres.

Por conseguinte, o feminismo causou um maior empoderamento as mulheres, que  sucessivamente estão conseguindo reconhecimento no esporte, em 2019 a Copa do Mundo feminina foi transmitida pela primeira vez em TV aberta, mesmo assim o problema de desigualdade ainda não foi definitivamente resolvido.

O reconhecimento da participação das mulheres no esporte é uma tarefa que o Ministério do Esporte, os governadores, clubes e patrocinadores deveriam desenvolver campanhas e projetos de igualdade de gênero e inclusão social feminina.