A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 03/04/2020
A mesma dificuldade que as mulheres passam no trabalho de mercado convencional -oportunidades e salários mais baixos se comparado com o dos homens-, elas também passam no esporte.
No futebol, segundo o site Globo.com, Marta -jogadora brasileira de futebol- que é considerada a maior artilheira da Seleção Brasileira, não tinha nenhum patrocinador em 2019 e, ganhava menos de 1% do salário do Neymar- jogador brasileiro de futebol-. A causa dessa diferença nos salários é pelo interesse do público. As pessoas dão mais atenção ao esporte masculino, assim, eles ganham mais patrocinadores e respectivamente seus salários aumentam.
As Olimpíadas é outro exemplo aonde ocorreu essa diferença de gênero. O Brasil começou a participar do campeonato em 1920, mas, foi apenas em 1932 que a primeira atleta do sexo feminino representou o país nos jogos. Mas isso tem melhorado, pesquisas do site Observatório Racial Futebol, mostram que, de 1960 até 2016, a participação das mulheres nos jogos olímpicos cresceu cerca de 34%.
Para esse problema ser solucionado, é preciso que, o Ministério da Educação, junto com o Ministério do Esporte, desenvolvam um projeto para incentivar os estudantes de todas as idades a praticarem esportes, além de encorajar por meio da mídia e das escolas.