A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 03/04/2020
No Brasil, o esporte feminino já está muito mais avançado do que a cem anos atrás, quando mulheres eram proibidas de jogar e as vezes até mentiam sobre seu gênero para conseguirem participar de partidas, mas ainda há muito machismo presente no esporte. A soberania masculina no esporte é causadora da desigualdade salarial e de gênero.
A desigualdade salarial entre homens e mulheres no esporte é muito grande, levando em consideração que ambos exercem a mesma função. No Brasil temos casos muito relevantes, como o da Marta e do Neymar, onde, se eles recebessem por gol, Neymar ganharia cerca de 900 mil reais por cada e a Marta apenas 12 mil reais. Também um caso no vôlei, onde o time brasileiro vencedor da Liga Mundial de vôlei feminino de 2016, ganhou 200 mil dólares, enquanto o time vencedor masculino ganhou cinco vezes mais. Ambas as informações retiradas do https://exame.abril.com.br/.
A desigualdade de gêneros também não é algo que deve ser esquecido, pois isso faz com que tenham menos jogadoras no ramo, consquentemente, as jogadoras irão parar, cada vez mais, de receber patrocínios, que fazem elas terem mais visibilidade e serem cada vez mais apoiadas por todo o mundo. Também devemos pensar na falta de mulheres não só como jogadoras, mas também na parte técnica, onde não recebem nenhum apoio nas confederações, institutos, etc.
Para as jogadoras serem igualmente conhecidas como os homens, o governo deve impôr uma lei para acabar o machismo, pois as mulheres têm os mesmos direitos e exercem mesma função no esporte que os homens, e isso fará com que as jogadoras recebam salários iguais aos dos homens. Presidentes de clubes femininos devem buscar mais patrocínios, pois isso aumenta a visibilidade. Também deve-se ser apoiadas as mulheres nas partes técnicas do esporte.