A valorização do esporte feminino no Brasil.

Enviada em 25/05/2020

No filme “Capitão Fantástico” é retratada a história de Ben Cash, um pai viúvo cria seis filhos na floresta, longe da civilização e das influências negativas da sociedade. Porém, há um momento de ruptura em que os filhos desejam conhecer a cidade para poder ter acesso ao esporte. Infelizmente, essa situação não se resume às telas, sendo a realidade de vários brasileiros que tem ter mais acesso ao esporte feminino.

É notório que, a presença das mulheres no esporte vem se tornando cada vez maior em todas as modalidades, mesmo assim o preconceito contra as atletas e profissionais da área ainda é muito presente. E mesmo com o grande número de feitos e conquistas de atletas, a visibilidade e credibilidade delas é colocado diariamente em debate apenas pelo seu gênero. Em princípio, cabe analisar o conceito do sociólogo Émile Durkheim em que “É preciso sentir a necessidade da experiência, da observação, ou seja, a necessidade de sair de próprios para aceder à escola das coisas, se as querer conhecer e compreender.”

Entretanto, a Constituição Federal de 1988 diz que tem que ter maior dignidade humana. Dessa maneira, quarenta anos depois da permissão, o futebol feminino deu seu passo mais ousado no Brasil: a partir de 2019, todos os clubes da série A do campeonato brasileiro são obrigados pela CBF a terem uma equipe feminina adulta e uma de base, que disputem ao menos um campeonato oficial. A medida faz parte do Licenciamento de Clubes, documento que regula a temporada de competições profissionais no país, e segue a orientação da Conmebol, que adota a mesma regra para clubes participantes de Libertadores e Sul-Americana.

Portanto, há muito pouco a participação da mulher no esporte brasileiro. Logo, é necessário que o Poder Legislativo, por meio de uma lei a fim que cidadãos que tem preconceito com mulheres no esporte sejam condenados. Desse modo, a problemática da valorização do esporte feminino no Brasil poderá ser absoluta na sociedade brasileira.