A valorização do esporte feminino no Brasil.
Enviada em 31/07/2020
Desde o período da Grécia antiga, o prática do machismo era exercido. Sendo assim, mulheres eram desvalorizadas pelo seu gênero, tendo seus direitos à cultura e educação negados. Por essa veracidade, não podiam executar funções que eram tidas pelos homens. Semelhante ao passado, a realidade do pais não é distante, mesmo as mulheres havendo alcançado alguns de seus direitos na contemporaneidade, elas ainda sofrem com o machismo inserido na sociedade. Ou seja, o esporte feminino no Brasil, infelizmente, sofre de decorrente falta de visibilidade.
Nessa perspectiva, é evidente a demasiada crítica negativa da sociedade em relação a mulher esportiva. Acerca disso, em 1941, correu o decreto da Lei de n° 3.199 - que atuava na proibição das jogadoras de praticarem o futebol - com o discurso que o esporte não é lugar para mulher. Sendo assim, pode-se observar que o universo do esporte é deveras masculino. Como resultado, as atletas tem de enfrentar diversos contratempos, tal como, mentir sobre seu gênero para competir em campeonatos. Desse modo, pode-se perceber que tais comportamentos, se pauta pelo sistema patriarcal. Logo, esses problemas decorrentes do preconceito, perante ao gênero feminino, causa uma grande dificuldade no desenvolvimento da carreia das atletas.
Ademais, as jogadoras, sofrem com a ausência de apoio e patrocínio. Apesar de, as esportistas apresentem diversos feitos na área, suas habilidades como profissionais ainda são prejulgadas. Segundo o que é dito pelo sociólogo Karl Marx, no seu livro “o capital”, - na era capitalista, o lucro supera os valores humanos, o que corrobora a personificação do objeto e objetificação humana-. Vigente a isso, nota-se que as companhias de patrocínio encontram-se visando apenas o lucro, já que seguinte a preconceitos sobre o corpo feminino, o qual é passado como ‘frágil’, as jogadoras não tem as mesmas oportunidades, quando se compara, a um jogador de gênero masculino. Fazendo assim, deterem de menos credibilidade. Dessa forma, investimentos na área empresarial é imprescindível para contornar a problemática.
Diante do exposto, é visível que há impasses a ser combatidos dentro do esporte feminino no Brasil. Cabe, portanto, ao Governo Federal, como órgão regulamentador do poder executivo, desenvolver projetos para que melhore a participação feminina no esporte. Essa medida deve ser realizada por meio de investimentos no espaço comercial, a fim de aumentar a divulgação do trabalho das atletas. Assim, iram possuir um aumento no número de patrocinadores. Além disso, deve haver palestras sobre a história da mulher no esporte, dentro das academias de atletismo, por profissionais da área. Espera-se com isso, a diminuição do comportamento machista e preconceituoso contra o esporte feminino.